
Querido Amigo Blogueiro:
Agradeço pelo Carinho!! Beijos, Super Ane.
Criada por Fabiane Martini, uma dedicada e sonhadora profissional de Pedagogia com experiência em Educação Infantil, a “Super Ane” é uma nova personagem da educação brasileira, sendo a principal integrante de um belo projeto com o objetivo de encontrar bons valores em nossa Sociedade e auxiliar nos caminhos para o equilíbrio da Família.
Longe da mitologia da ressaca, a única forma garantida de evitar o mal do dia seguinte é beber moderadamente. Mas, se o impulso carnavalesco derrubar o bom senso, o que resta é manter o estômago forrado.
O álcool ataca o aparelho digestivo, o que causa esofagite, gastrite e duodenite, cujos sinais são azia e enjoo. Também baixa os níveis de glicose (que se manifesta com mal-estar geral, torpor, dificuldade de raciocínio e até coma), além de desidratar o corpo e dilatar os vasos sanguíneos -razão provável da dor de cabeça.
Comer antes e durante as festas evita que o álcool desça direto do estômago para o duodeno, onde é absorvido; também protege a mucosa e evita a queda do nível de glicose. Se for tarde demais, a azia é contornada com antiácido ou leite, e o enjoo, com um procinético, que ajuda a esvaziar o estômago.
Verdade: comer, comer
"Bastante carboidrato antes e muito líquido e fruta depois", aconselha Robério Theodoro de Souza, 27, o rei Momo mais magro da história da cidade, com 91 kg. Ele está correto, de acordo com a nutricionista Ioná Zalcman, da Unifesp,.
"O ideal é, três a quatro horas antes da folia, fazer uma refeição caprichada com muitos carboidratos complexos, como massas", diz Zalcman. Digeridos lentamente, eles evitam grandes variações de níveis glicêmicos. Se não tiver tempo, um lanche ajuda.
Se a festa durar mais de uma hora, Zalcman aconselha levar no bolso barrinhas de cereal ou biscoitos salgados. Para evitar desidratação, ela indica a ingestão de 150 a 200 ml de líquidos não-alcoólicos a cada 20 minutos. A preferência é por isotônicos, que recompõem os eletrólitos perdidos no suor e urina.
Para o dia seguinte, bastante água ou sucos, frutas ricas em água, como melancia, melão e laranja, e muito carboidrato e pouca gordura em todas as refeições. "Se comer carne, prefira as brancas às vermelhas."
Meia-verdade: uma colher de azeite antes
Lipídios demoram muito para descer do estômago. Eles protegem a mucosa do órgão contra uma gastrite alcoólica e dificultam a absorção do álcool, segundo Wellington Monteiro Machado, presidente da Sociedade de Gastroenterologia e Nutrição do Estado de São Paulo. No entanto, essa absorção lenta diminui a percepção do álcool, o que acaba levando o folião a beber ainda mais, diz Lígia Maria Guimarães, gastroenterologista do Hospital Edmundo Vasconcelos.
Mito: manter-se bêbado
"Eu deixo rolar a dívida. Quando acordo, tomo uma cerveja gelada", diz Alvanísio Damasceno, 52, presidente do Bloco das Carmelitas, do Rio. "Isso não é mito, é um crime", rebate Carlos de Barros Mott, gastroenterologista do Hospital Sírio-Libanês. Manter o nível alcoólico no sangue pode adiar a ressaca, mas a tal dívida voltará de qualquer forma quando o nível baixar. "Essa crendice é um sinal de dependência que só estimula o consumo e a intoxicação. Não pode ser estimulada", diz Raymundo Paraná, professor de Hepatologia Clínica da Universidade Federal da Bahia.
Mito: analgésicos
Ácido acetilsalicílico e paracetamol aliviam a dor causada pela vasodilatação no cérebro; no entanto, o primeiro agrava a gastrite alcoólica e o segundo, misturado ao álcool, pode levar a doença hepática grave, segundo Paraná. Anti-inflamatórios também podem atacar o estômago.
Mito: cafeína
Café, energéticos e refrigerantes à base de cola entraram na mitologia etílica por conterem cafeína. Ela até pode se contrapor aos efeitos depressivos do álcool no sistema nervoso central, mas, por outro lado, também estimula a produção de ácido clorídrico no estômago, o que agrava a gastrite alcoólica, segundo Mott. Para piorar, ela tem efeito diurético, que piora o quadro de desidratação.
Fonte: Folha Online
“Está comprovado que sons acima de 85 decibéis são prejudiciais se o tempo de exposição ao barulho for prolongado. No carnaval, medições realizadas chegam a apontar impressionantes 110 decibéis, intensidade próxima a de uma turbina de avião. Consequentemente, no dia seguinte à folia, as pessoas podem ter a sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para ouvir”, explica a fonoaudióloga Isabela Gomes.
Ela recomenda, para aqueles que pretendem participar de blocos, bailes ou acompanhar trios elétricos, que mantenham uma distância mínima de dez metros do equipamento de som e que usem protetores auriculares para diminuir o impacto do barulho nos ouvidos. E os músicos também devem usar esses protetores, também chamados de atenuadores.
A exposição prolongada ao som alto por anos seguidos pode levar a diversos graus de surdez. A Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia estima que, no Brasil, 15 milhões de pessoas sofrem algum tipo de perda auditiva, e que cerca de 350 mil não ouvem qualquer tipo de som. “Saúde auditiva é coisa séria! Caia na folia, mas sem descuidar de seus ouvidos”, concluiu a fonoaudióloga.
Fonte: Boa Saúde
Em primeiro lugar, é importante tomar cuidados com o consumo de álcool, alternando a ingestão de bebidas alcoólicas com água na mesma proporção. “A água evitará a enxaqueca, que é ocasionada quando o fígado fica sobrecarregado pela bebida alcoólica e requer que o sistema nervoso central doe água para esse órgão”, explica o especialista.
Além disso, o consumo de dois litros de água por dia, assim como frutas e verduras – que são ricas em água – é importante para prevenir a desidratação, comum nos dias de carnaval. Segundo Beraldo, sintomas comuns de desidratação são dores de cabeça, fraqueza e desconforto renal ou hepático; e, nesses casos, pode ser ingerido soro caseiro – uma colher (chá) de açúcar e uma pitada de sal diluídos em um copo de água.
Quanto à alimentação, o naturopata indica seguir um certo planejamento nutricional, consumindo alimentos leves, mas que fornecem energia suficiente para pular o carnaval.
“A dica para uma boa alimentação é 60% de reguladores, como frutas e verduras; 20% de proteínas, encontradas nas carnes (preferencialmente as brancas) e nos laticínios, entre outros; e 20% de carboidratos, encontrados principalmente nas massas”, ensina.
Fonte: Boa Saúde
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