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Criada por Fabiane Martini, uma dedicada e sonhadora profissional de Pedagogia com experiência em Educação Infantil, a “Super Ane” é uma nova personagem da educação brasileira, sendo a principal integrante de um belo projeto com o objetivo de encontrar bons valores em nossa Sociedade e auxiliar nos caminhos para o equilíbrio da Família.
Segundo cientistas chineses, a maioria das mulheres que buscaram ajuda em centros de controle da natalidade em Hong Kong não tinha conhecimento suficiente de como usar a contracepção de emergência.
Chamada por alguns de "pílula do dia seguinte", a contracepção de emergência precisa ser usada de maneira adequada e dentro de um prazo específico a fim de que surta o efeito desejado.
Questionários mostraram, entretanto, que grande parte das mulheres desconhecia a maneira correta de recorrer à contracepção de emergência.
Fonte: Contraception Volume 71, Issue 6 , June 2005, Pages 432-437
O climatério é uma fase de profundas modificações no corpo da mulher. Tais modificações são resultantes de uma menor produção de hormônios pelos ovários, dentre outras causas. Algumas mulheres apresentam sintomas intensos no período de climatério, como ondas de calor, dores de cabeça, redução do apetite sexual. Estes sintomas são muitas vezes controlados com o uso de terapia de reposição hormonal (TRH). Porém, o uso de hormônios na pré-menopausa não é isento de riscos.
Um grupo de pesquisadores finlandeses publicou um estudo na revista Obstetrics & Gynecology, com o intuito de verificar os riscos associados ao uso de terapia de reposição hormonal apenas com estrogênio. Foi verificada a ocorrência de câncer de mama nas mulheres que optaram pelo uso desta terapia.
O estudo contou com a participação de mulheres com idade superior a 50 anos, as quais foram divididas em três grupos, conforme o tipo de reposição hormonal que utilizaram: estrogênio transdérmico (adesivo de pele), estrogênio via oral (comprimidos) ou estrogênio por via vaginal.
Os resultados do estudo demonstraram que as mulheres que utilizaram o estrogênio isoladamente, na reposição hormonal, independentemente da via, por períodos inferiores a cinco anos, não tiveram maior risco de desenvolver câncer de mama, em relação a população geral.
Por sua vez, as mulheres que fizeram reposição hormonal com estrogênio isoladamente, por períodos superiores a cinco anos, apresentaram risco aumentado de desenvolver o câncer mamário. Da mesma forma, o risco foi maior independentemente da via de utilização do estrogênio.
Com isso os autores concluíram que é seguro o uso de estrogênio na reposição hormonal, quando esta tem duração menor que cinco anos. Nas mulheres muito sintomáticas e que conseqüentemente necessitam de reposição por períodos mais prolongados, deve-se pesar o risco-benefício, do uso isolado do estrogênio.
Existem outras opções de reposição hormonal no climatério, como a que utiliza associação de progesterona com estrogênio. Estas outras opções devem ser discutidas com o médico, uma vez que também apresentam indicações precisas.
Fonte: Obstetrics & Gynecology 2006; 108: 1354 – 1360
Segundo a Organização Mundial de Turismo, este é classificado como “as atividades que as pessoas realizam durante suas viagens e permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros."
O sujeito que faz essa movimentação é considerado turista,ou seja, a pessoa que se desloca para um lugar diferente de onde reside ou de onde trabalha.
O turismo é uma atividade prazerosa, que tras descanso ao corpo e à mente do turista, pois mesmo saindo a trabalho, tem a oportunidade de vivenciar momentos que fogem da sua rotina habitual.
Mundialmente se falando, dados da OMT mostram que o turismo é uma atividade que corresponde a 10% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial, chegando a agitar US$ 3,4 trilhões. Dessa movimentação, gera crescimento em outros importantes setores da economia de uma região milhões de empregos e atinge grande impacto nas áreas sociais, políticas e culturais das regiões em que ocorrem.
No Brasil, o dia 02 de março é destinado o dia do turismo, onde movimenta a economia de várias cidades e regiões sendo: Rio de Janeiro – praias e carnaval; Salvador – cultural e carnaval; Aparecida do Norte – religião; Gramado – natal e festival de cinema; Pantanal Mato-grossense – ecológico; dentre outras. Nestas localidades, o turismo é responsável por melhorias nas estruturas físicas das mesmas, nas condições de vida da população e gerando mais empregos.
O turismo pode ser dividido em diversas áreas como: aventureiro, cultural, negócios, ecológico, religioso e de terceira idade, onde cada um prioriza os aspectos mais relevantes.
Fonte: Brasil Escola
Os pesquisadores ouviram mais de 70 crianças de cinco a sete anos e um grupo de adultos para saber como elas se saíram ao sentirem diferentes emoções positivas e negativas (como felicidade ou tristeza) ou sintomas físicos (como sentir-se descansado ou com fome) e então se defrontarem com tarefas desafiadoras na escola.
Crianças de todas as idades compreenderam que emoções negativas e estados físicos poderiam levar a um pior desempenho escolar. O fato de que crianças pequenas sabem que emoções negativas podem levar a um desempenho escolar pobre foi especialmente surpreendente, já que parentes e professores frequentemente focam no aspecto físico de se preparar para a escola e raramente falam sobre o lado emocional (por exemplo, advertindo as crianças para tentarem não ficar tristes).
Em relação aos sentimentos positivos, entretanto, somente as crianças de sete anos reconheceram que eles podem melhorar seu desempenho escolar.
Fonte: Folha Online
Tudo está bem até que chega a hora de ir para a cama. O ouvido começa a incomodar, a respiração fica ofegante, a febre vai às alturas. Para completar o quadro desolador, o consultório médico está fechado e o pediatra não atende ao celular.
Pode parecer muita falta de sorte, mas a situação é comum em casas com crianças. Muitos sintomas costumam piorar à noite, e essa situação tem explicação científica.
O ritmo circadiano, conhecido como relógio biológico, é o grande responsável pelas noites em claro no quarto dos pequenos. "No estado de vigília, todos os sistemas orgânicos estão em prontidão e ação máximas, incluindo aqueles responsáveis pela defesa do organismo contra infecções. À noite, esses sistemas ficam menos ativos, como se estivessem em estado de dormência", explica o pediatra Evandro Baldacci, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Segundo ele, a ação dos mediadores anti-inflamatórios do organismo diminui na ausência de luz solar, facilitando a liberação da resposta inflamatória.
"Por isso se tem mais febre à noite, a dor piora... E vale também para os adultos; o ritmo circadiano existe em todos nós", afirma o médico.
Marco Aurélio Palazzi Safadi, coordenador do setor de pediatria do Hospital São Luiz e professor da disciplina na Santa Casa de São Paulo, explica que a queda no nível de cortisol no sangue durante a noite favorece o agravamento de alguns sintomas. "Principalmente aqueles relacionados aos brônquios, como asma e bronquite, que tendem a piorar", diz.
Paralelamente, a histamina, que interfere nos processos alérgicos, está mais presente durante esse período, facilitando sintomas alérgicos diversos, como rinites e urticárias.
Outro problema muito comum de madrugada são as crises asmáticas. De acordo com o pediatra Wellington Gonçalves, do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), além da influência do relógio biológico, as crises "estão provavelmente relacionadas ao fato de [a criança] estar deitada, o que dificulta a drenagem das secreções pulmonares. A movimentação da musculatura que auxilia a respiração também fica limitada".
Safadi também acredita na interferência da posição do corpo, que piora problemas como otite, sinusite e rinite. "Em pé, a gravidade facilita a drenagem dos líquidos. Quando a criança deita, a secreção mucóide pressiona as cavidades, causando mais desconforto e desencadeando tosse", diz.
No caso dos asmáticos alérgicos, há outro fator desencadeante. "À noite, o contato com os alérgenos -colchão, travesseiro, cortina- é mais íntimo. A gente dorme com o inimigo, o ácaro que vive na nossa cama", afirma Gonçalves, da SBP.
Noites no hospital
A funcionária pública federal Luciana Frade, 38, mãe de Pedro, 4, e Júlia, 1, sabe bem do que o médico está falando. Ela já perdeu as contas das noites em que precisou levar o filho ao hospital com uma crise de asma. "Toda vez que fui ao pronto-socorro porque o Pedro estava com dificuldade de respirar, sem exceção, foi de madrugada", conta.
O mesmo quadro pode ser observado em crianças que sofrem de rinite alérgica. Na crise aguda, deve-se abrir a janela do quarto, ir para a varanda e tomar um pouco de ar fresco. "Muitas vezes, só de se deslocar para o hospital já há uma melhora". A nebulização também pode ajudar a aliviar o quadro.
Fonte: Folha Online
Descalzo aconselha o uso de panelas de alumínio, aço inox ou ferro, que devem ser lavadas com água e detergente.
Já as chupetas e mamadeiras precisam ser muito bem lavadas com água e detergente. O bico da mamadeira deve ser limpo também com uma escovinha apropriada. Segundo a pediatra, muitas mães usam uma escova para limpar a mamadeira, mas se esquecem do bico. "Aí não adianta, porque os restos de comida não saem."
Esses objetos precisam ser esterilizados após cada uso até o bebê ter seis meses, e uma vez ao dia até completar nove.
Deve-se colocá-los em uma panela com água fervente por dois minutos, desligar o fogo após esse tempo e deixá-los mais cinco a dez minutos na panela tampada. Após esse tempo, devem ser retirados com uma pinça e deixados para secar naturalmente. Segundo Descalzo, não é recomendável usar panos porque pode haver contaminação.
Fonte: Folha Online
Muito tem se falado sobre o “h”, que este sumiu definitivamente de algumas palavras. Bom, de acordo com o acordo ortográfico não se sabe que o “h” desapareceu assim sem deixar vestígios.
Em Portugal, a palavra “húmido” recebia o “h” que, neste caso, foi suprimido. Mas, até então, é o único caso constatado, o qual não afeta diretamente a língua escrita no Brasil.
O h mantém-se por etimologia nos casos que conhecemos: hoje, homem, humor, hora, haver, hélice, bem como nas adoções convencionais: hã?, hem?, hum!. Da mesma forma acontece com a supressão já consagrada: erva, ao invés de herva e também das interjeições: ah!, oh!.
Nos casos de aglutinação, o “h” é englobado no seu precedente e desaparece: desumano, inábil, lobisomem, reabilitar, reaver.
Vale lembrar que nos casos de palavra composta o hífen é empregado quando o segundo termo começa com “h”: pré-história, anti-higiênico, contra-haste, etc.
Assim, nosso “som mudo” continua marcando presença, mesmo que caladinho no cantinho dele!
Fonte: Brasil Escola
Finalmente, há um basta na indiferença! Os estrangeiros K, W e Y são oficializados cidadãos brasileiros através de nossa língua!
Mas quem disse que eles já não faziam parte do idioma há muito tempo? Afinal, o impetuoso latim já mantinha certas relações, apesar de nada cordiais, com o discreto grego. Apesar disso, a língua que deu origem ao inglês, alemão e francês conseguiu infiltrar-se no ocidente. Mas enfim, a soberania latina não concedeu mais espaço à grafia advinda desta outra língua-mãe, até agora!
Então, ker dizer ky agora poderemos escrever com “c” ou “q” ou “k” que será a mesma coisa ow então “i’ e “y” ow “u” e “w”? Definitivamente, não!
Na verdade, as três letras estão oficialmente em nosso alfabeto, mas restritas ao uso nos casos que existem atualmente:
• Em nomes próprios de pessoas e derivados: Franklin, Kant, byroniano, Taylor, etc.
• Em símbolos, abreviaturas, siglas e em palavras que foram adotadas como unidades de medida internacionais: km (quilômetro), K (potássio), W (watt), kW (kilowatt), www (world wide web)
Quanto às palavras estrangeiras já incorporadas no nosso idioma, como: show, download, sexy, shampoo, lan house, etc., o novo acordo não deixa nada especificado, contudo, é bom verificar no dicionário se tais termos foram normatizados na língua. Por exemplo: a palavra “shampoo” já possui correspondente brasileira “xampu”, agora, o vocábulo “show” encontra-se nessa mesma grafia e significa espetáculo de teatro, música.
Seria muita hipocrisia ter estampado nas propagandas em placas, quer dizer, out-doors e nas televisivas, em nomes de salões de beleza, “Beauty hair”, ou de lojas de materiais para carro, “Car express” e não darmos as boas vindas ao nosso estrangeirismo! Não vamos mais torcer o nariz para o k, w e y! Ora, eles não tem culpa de sermos tão hospitaleiros, afinal, não incorporamos só letras em nossa linguagem, mas palavras inteiras!
Por isso, sejam muito bem-vindos Mister K, Mr. W e Mr. Y! E vamos “dar um off” nesse assunto!
Fonte: Brasil Escola
A respeito do acento circunflexo, algumas regras mudaram. Vejamos:
1. Não existe mais acento circunflexo nas formas verbais paroxítonas que possuem o “e” tônico fechado em hiato na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo. Isso ocorre com os verbos: crer, dar, ler, ver e seus derivados, como: prever, reler, descrer, etc.
Assim, o certo era: crêem, dêem, lêem, vêem, relêem, prevêem.
Agora, fica: creem, deem, leem, veem, releem, preveem.
Importante: A acentuação dos verbos ter e vir e seus derivados não modifica: eles têm, eles vêm.
2. De igual modo, o acento circunflexo deixa de existir na vogal tônica “o” de palavras paroxítonas, assim como: enjoo, povoo, voo, abençoo, perdoo.
3. O acento circunflexo ou agudo será aceito em palavras proparoxítonas, cujas vogais tônicas sejam “e” ou “o” no final de sílaba e seguidas nas consoantes nasais “m” e “n”, conforme a pronúncia na norma culta.
Por exemplo: a palavra fenômeno/fenómeno tem a vogal tônica “o” que termina a sílaba “no” (fe –no- me- no), a qual é seguida da consoante nasal “m” (me), assim, este vocábulo poderá vir grafado ou com acento circunflexo ou com agudo, dependendo da língua culta. Dessa maneira, no Brasil a pronúncia culta é feita com timbre fechado e, portanto, é mais certo que acentuemos tal palavra com circunflexo: fenômeno.
De acordo com essa regra acima, também podemos apontar: acadêmico/académico, gênero/género, tônico/tónico, blasfêmia/blasfémia, fêmea/ fémea, anatômico/anatómico, gênio/génio, tênue/ténue, cômodo/cómodo, Amazônia/Amazónia.
Fonte: Brasil Escola
Acento agudo
Antes de explicitar o que muda no acento agudo, vamos ratificar duas significações: ditongo e hiato. O primeiro é o encontro de duas vogais pronunciadas em um único som, já o segundo é a sequência de vogais pertencentes a sílabas diferentes.
O acento agudo deixa de existir em alguns poucos casos, vejamos:
• Paroxítonas:
1. Nas palavras paroxítonas, ou seja, nos vocábulos cuja tonicidade recai na penúltima sílaba, os ditongos abertos ei e oi que eram acentuados, não são mais. Este fato é justificado na existência de oscilação entre a abertura e fechamento na articulação destas palavras. Assim, alguns termos que hoje se escreve de um jeito toma novo formato ortográfico, como: assembleia, ideia, jiboia, proteico, heroico, etc. Já outros, continuam como são: cadeia, cheia, apoio, baleia, dezoito, etc.
Porém, o acento agudo permanece nas oxítonas (vocábulos cuja tonicidade incide na última sílaba) e nos monossílabos tônicos com ditongos abertos –éi, -éu ou oi, seguidos ou não de –s: papéis, herói, remói, anéis, ilhéus, chapéu, etc.
2. Nas palavras paroxítonas com hiatos formados com i e u, sendo que a vogal anterior a estas faz parte de um ditongo, ou seja, quando são precedidas de ditongo. Dessa forma: feiúra passa a ser feiura, baiúca passa a ser baiuca.
Entretanto, as vogais i e u, oxítonas ou paroxítonas, continuam a ser acentuadas se a vogal que antecede estas não formar ditongo: saída, cafeína, egoísmo, baía, ciúme, recaída, sanduíche, Piauí, etc.
3. Nos verbos em que o acento tônico incide na raiz, com as consoantes g ou q precedendo a vogal tônica u. É o caso de: arguir e redarguir: arguo, arguis, argui, argúem, e assim por diante.
Fonte: Brasil Escola
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